SOBRE NÓS

A ASSOCIAÇÃO DE CEGOS LOUIS BRAILLE, fundada em 14 de abril de 1933, teve como primeiro objetivo prestar, aos cegos, assistência material e moral, assim como cuidar do aproveitamento e encaminhamento dos ex-alunos do Instituto São Rafael.

 

São seus fundadores:

Ayres da Matta Machado,
Benedito Marra da Fonseca,
Heitor Menin,
João Gabriel de Almeida,
Jonathas Benjamim,
José Ferreira de Oliveira, e
Renato Belém Jardim.

Heitor Menin fundou também o “Lar das Cegas” como primeira obra da referida Associação.

Sua sede fica à rua Geraldo Teixeira da Costa, 202, bairro Floresta, CEP 30150-120, Belo Horizonte, Minas Gerais, telefone (31)3273-5858, CNPJ 17.501.842/0001-20, sendo registrada no Cartório Gero Oliva, sob o nº 177 em 15/01/1936 e sob o nº 2.760 em 13/09/1961; no Conselho Nacional de Serviço Social sob o nº 77.833 em 18/05/1953; e no Conselho Municipal de Assistência Social de Belo Horizonte sob o nº 0153. Declarada de Utilidade Pública pelo Governo Federal sob o nº 21.491/95-51 em 01/07/1996; pelo Governo de Minas Gerais, através do Decreto nº 10.678 de 12/09/1967; e pela Prefeitura Municipal de Belo Horizonte, através da Lei nº 1.640 de 15/04/1969. Certificado de Filantropia nº 44006.000712/97-12 conforme Resolução nº 100 de 25/06/1997, publicada no Diário Oficial da União em 09/07/1997.

O estatuto que rege o funcionamento da Associação de Cegos Louis Braille, passou por diversas alterações sempre com o nobre objetivo de transformá-lo num instrumento dinâmico e atual, que especifique, satisfatoriamente, as normas que conduzem o bom andamento de suas atividades.

 

Atualmente, a Associação de Cegos Louis Braille é administrada por um período de quatro anos, organizada da seguinte forma:

Diretoria: constituída por um Presidente, um Vice-Presidente, Primeiro e Segundo Secretários e Primeiro e Segundo Tesoureiros;
Conselho Deliberativo: composto de seis membros e três suplentes;
Conselho Fiscal: composto de seis membros e três suplentes.

 

Ao longo da história da Associação, registramos a sua luta para combater o asilamento que inclina o deficiente para a improdutividade e parasitismo, além da segregação que o distancia da vida social. Dentre as suas atividades realizadas, mesmo não dispondo de recursos técnicos e financeiros suficientes, podemos destacar:

Reabilitação e prevenção da cegueira;
Cursos de orientação e mobilidade;
Encaminhamento para cursos profissionalizantes e para colocação no mercado comum de trabalho em diversas áreas;
Criação do Mobral para Cegos, movimento pioneiro no Brasil, com o apoio integral do General Campos Cristo, presidente do Mobral Municipal;
Levantamento do número de cegos em Minas Gerais, através das Prefeituras Municipais, Monitores do Mobral e Sociedade São Vicente de Paulo (Vicentinos);
Clube de Mães Cegas, visando maior intercâmbio com as famílias assistidas e proporcionando-lhes noções de higiene, culinária, puericultura, etc;
Clínica de estética visando dar trabalho às internas e às cegas casadas;
Biblioteca espírita em Braille;
Doação para pessoas carentes de regletes, bengalas e relógios;
Doação de óculos e próteses oculares, para um determinado número de pessoas, assistidas pelo Serviço Social do Hospital Bias Fortes, através do programa Boa Visão;
Encaminhamento para consultas e cirurgias oftalmológicas gratuitas;
Oficina protegida de trabalho para cegos e portador de visão subnormal;
Centro de Apoio, Lar das Cegas, onde mantém em regime de internato, pessoas cegas e de visão subnormal carentes do sexo feminino.

É com muita tristeza, que nos cabe salientar, que algumas destas atividades acima enumeradas, atualmente já não estão mais sendo executadas, por motivos diversos.

Em mais de sete décadas de serviços prestados, a Associação de Cegos Louis Braille sabe que ainda há um longo caminho a percorrer. Pelo pouco que acabamos de relatar, demonstramos a sua seriedade em integrar a pessoa portadora de deficiência visual. Porém, para continuarmos o nosso trabalho, precisamos continuar vencendo a barreira da discriminação e isto depende apenas do homem, ou seja da solidariedade de todos nós. E este é o nosso maior desafio, pois a ajuda ao nosso semelhante é o maior investimento do homem.

Missão: Contribuir para a integração social das pessoas cegas e de visão subnormal ( Art.2º do Estatuto)

 

Visão: “Ser um Centro de Referência,  reconhecido nacionalmente, em identificação, uso  e difusão das tecnologias de  apoio ao desenvolvimento e a plena inclusão social do deficiente visual.”

Entre em contato:
(31) 3273-5858

Encontre-nos:
Rua  Geraldo Teixeira da Costa, 202 - Floresta
Belo Horizonte – MG 30150-120